EVENTOS E SIMULADOS
Simulados de emergência
quinta-feira, 7 de junho de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
PARABÉNS ARAUCÁRIA
O PAM NUDEC
Parabeniza e homenageia a cidade de Araucária pelos seus 122 Anos.
Fotos : Gregory Macedo - http://www.facebook.com/profile.php?id=100002400473222
Parabeniza e homenageia a cidade de Araucária pelos seus 122 Anos.
Fotos : Gregory Macedo - http://www.facebook.com/profile.php?id=100002400473222
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Paraná investirá R$ 20 mi contra enchentes
Fonte: gazetadopovo.com.br - Vinícius Boreki
Foto: Albari Rosa/Arquivo/Gazeta do Povo

No Jardim Tropical, em Piraquara, são constantes as enchentes do Rio Palmital
O governo do Paraná e a prefeitura de Curitiba uniram forças para tentar minimizar os impactos das chuvas de verão na capital e na região metropolitana. Com base em um planejamento conjunto, o município promete investir R$ 15 milhões em obras de drenagem, desassoreamento de rios e de parques, enquanto o governo abriu licitação para a limpeza de rios em Curitiba, São José dos Pinhais, Almirante Tamandaré e Pinhais – onde também serão construídas bacias de detenção (áreas destinadas ao alagamento durante as chuvas) no Rio Palmital –, prevendo a aplicação de até R$ 6,8 milhões.
É consenso que nenhuma cidade do mundo consegue conter as inundações, mas é possível torná-las menos agressivas. “As enchentes não vão acabar, queremos minimizar o impacto”, admite o diretor de Pontes e Drenagens da Secretaria Municipal de Obras Públicas de Curitiba, Augusto Meyer Neto. As obras, que serão realizadas entre novembro e março do ano que vem, foram escolhidas com base em levantamentos preliminares do Plano Diretor de Drenagem, previsto para ser concluído até o fim de 2012.
Segundo Carlos Alberto Galerani, diretor de Obras do Instituto das Águas do Paraná, autarquia vinculada à Secretaria Estadual do Meio Ambiente, a previsão de obras foi feita em conjunto com a Coordenação da Região Metropolitana (Comec). Assim como na capital, as obras eleitas pelo estado se baseiam no Plano Diretor de Drenagem da Região Metropolitana de Curitiba, de 2002. O objetivo é, além de beneficiar os municípios onde estão os rios, facilitar o escoamento da água da capital, especialmente com as obras no Rio Iguaçu, onde desemboca a maior parte dos rios que cruzam a capital.
Avaliação
O engenheiro civil Nelson Luís Dias, professor do Departamento de Engenharia Ambiental da Universidade Federal do Paraná (UFPR), afirma que as medidas são tecnicamente corretas. “Quando os rios estão limpos, a capacidade de escoamento melhora. Mas é difícil saber qual o nível de proteção que as obras oferecem”, afirma. Dias salienta que as cheias têm natureza aleatória e, por isso, são difíceis preveni-las.
Doutor em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental, o professor Júlio Gomes, do programa de pós-graduação em Gestão Ambiental da Universidade Positivo, é mais pessimista sobre o assunto, mesmo com o trabalho conjunto entre prefeitura e governo. “As cheias de Curitiba se devem à impermeabilização do solo e à ocupação de áreas impróprias. Mesmo que o Rio Iguaçu tenha maior capacidade de vazão, os problemas vão continuar acontecendo na cidade”, afirma.
Gomes ressalta a importância do Plano Diretor de Drenagem, mas teme que o estudo não indique soluções para os problemas da capital. “Atualmente, defende-se que a água da chuva precisa ser retida”, diz. De acordo com ele, existem duas formas de conter enchentes: uma é aumentar o número de áreas verdes e a outra é criar reservatórios artificiais ao longo da cidade. “Mas não existem espaços na capital para fazer isso na região central”, diz.
domingo, 6 de novembro de 2011
Moradores protestam durante simulado contra enchente no Rio
Grupo entregou carta com reivindicações ao secretário de Conservação.Simulado teve dois bloqueios de 15 minutos e terminou por volta das 10h.
Moradores protestaram contra simulado de enchente realizado neste domingo na Praça da
Bandeira (Foto: Renata Soares/G1)
Obras contra enchente
Paes se reuniu com secretariado durante simulado de enchentes no centro de operações da prefeitura
Temporal de abril deixou Praça da Bandeira debaixo d'água (Foto: Vinicius da Silva Ferreira/VC no G1)
Término do simulado de emergência de enchentes
Paes chegou por volta das 6h40 deste domingo (6) ao Centro de Operações do Rio de Janeiro para dar início ao simulado de emergência de enchentes, realizado pela primeira vez no município. O prefeito foi acionado às 6h, como parte da simulação.
Às 9h os acessos para a Praça da Bandeira foram fechados e às 9h30, a pista sentido Jacarepaguá, entre os quilômetros 5 e 5,5 da Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá, foi interditada. Os bloqueios tiveram duração de 15 minutos e a simulação terminou por volta das 10h.
Segundo o secretário Carlos Osório, a simulação foi um sucesso e serviu para que a prefeitura elaborasse quatro medidas que serão estudadas e, posteriormente, adotadas para casos de alagamento na cidade.
As ideias são: uma régua urbana indicadora da elevação do nível da água na pista; a instalação do sistema de aviso de alagamento iminente; a ampliação do mapeamento das áreas de alagamento potencial; e, por último, a identificação da "malha seca" para a circulação de viaturas de socorro e suporte às ações emergenciais.

Bandeira (Foto: Renata Soares/G1)
Cerca de 50 moradores e comerciantes da região da Praça da Bandeira, na Zona Norte do Rio de Janeiro, protestaram contra osimulado de emergência de enchentes, realizado no local e também na Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá, que liga a Zona Norte à Zona Oeste da cidade, na manhã deste domingo (6).
O grupo jogou balas durante a manifestação e entregou uma carta cobrando soluções para os casos de alagamento na região ao secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório, que estava no local para a realização do simulado.
Janete Joegger, moradora da região há 30 anos, era uma das integrantes do grupo. "Queremos saber quais são as razões para isso? É uma vergonha, um simulado de enchentes sem chuva. Quando chove, a Praça da Bandeira alaga e a água atinge até 2 metros. Este simulado é só para gastar dinheiro. Nós queremos uma solução de verdade e não uma de mentira como esta aqui", reclamou a protética de 52 anos.
Outro morador do local, João Barroso, de 42 anos, também reclamou da operação. "Eles mobilizaram policiais, guardas e garis à toa. Não há necessidade de fazer isso aqui. O que nós realmente queremos é uma solução rápida para a enchente que atinge nossas casas e lojas", queixou-se o contador, acrescentando que durante todo o ano, nenhuma autoridade foi até a Praça da Bandeira para saber quais providências deveriam ser tomadas.
De acordo com o secretário, no entanto, todos os moradores receberam panfletos informativos da subprefeitura da Tijuca, avisando sobre o simulado. "Informamos o que iria acontecer, quais seriam os horários e porque estávamos realizando este evento naquela área. Foi tudo muito bem explicado. Mas, mesmo assim, faremos uma outra comunicação com a população local para que eles possam entender o real motivo deste simulado. Queremos testar o funcionamento das equipes da prefeitura para quando ocorrer um temporal, termos certeza de que a mobilização de todos vai dar certo", explicou Osório.
Obras contra enchente
Paes se reuniu com secretariado durante simulado de enchentes no centro de operações da prefeitura
(Foto: Renata Soares/G1)
Durante o simulado, o prefeito Eduardo Paes confirmou que vai iniciar ainda no segundo semestre deste ano as obras de construção de reservatórios subterrâneos de desvio de rios, para evitar as enchentes que ocorrem com frequência no município durante o verão. Ele ainda acrescentou que o processo de licitação das obras contra enchente na Bacia do Canal do Mangue terá início no dia 23 de novembro.
Segundo a prefeitura, os reservatórios virão para amortecer o excedente de chuva, acumulando os volumes e impedindo o transbordamento dos rios. O processo também prevê a construção de galerias de desvio de parte da vazão do Rio Maracanã para o Rio Joana.
"Escolhemos a Praça da Bandeira porque sabemos que é um local que, quando chove, complica muito o tráfego na região. Já a Grajaú-Jacarepaguá é uma estrada muito perigosa e sempre tem muitos acidente fatais. A cidade é cheia de pontos críticos, mas resolvemos focar na Praça da Bandeira, porque é um lugar que causa grandes reflexos no trânsito na Avenida Brasil e na Francisco Bicalho também", explicou Paes. "Este simulado, por enquanto, é só um ensaio permanente, mas acho que estamos mais prontos para a chuva do próximo verão", disse Paes.
Temporal de abril deixou Praça da Bandeira debaixo d'água (Foto: Vinicius da Silva Ferreira/VC no G1)Término do simulado de emergência de enchentes
Paes chegou por volta das 6h40 deste domingo (6) ao Centro de Operações do Rio de Janeiro para dar início ao simulado de emergência de enchentes, realizado pela primeira vez no município. O prefeito foi acionado às 6h, como parte da simulação.
Às 9h os acessos para a Praça da Bandeira foram fechados e às 9h30, a pista sentido Jacarepaguá, entre os quilômetros 5 e 5,5 da Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá, foi interditada. Os bloqueios tiveram duração de 15 minutos e a simulação terminou por volta das 10h.
Segundo o secretário Carlos Osório, a simulação foi um sucesso e serviu para que a prefeitura elaborasse quatro medidas que serão estudadas e, posteriormente, adotadas para casos de alagamento na cidade.
As ideias são: uma régua urbana indicadora da elevação do nível da água na pista; a instalação do sistema de aviso de alagamento iminente; a ampliação do mapeamento das áreas de alagamento potencial; e, por último, a identificação da "malha seca" para a circulação de viaturas de socorro e suporte às ações emergenciais.
200 profissionais
Ao todo, a prefeitura mobilizou 200 profissionais do município. O objetivo é avaliar o tempo de resposta e coordenação do Centro de Operações da prefeitura na mobilização das equipes, além de conscientizar a população sobre novos padrões de ação em caso de chuvas fortes na região.O exercício foi feito com base no temporal que caiu no dia 25 de abril deste ano. Naquela noite, o Rio Maracanã transbordou, alagando a Praça da Bandeira.
O Centro de Operações informou que a Praça da Bandeira e a Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá foram os pontos escolhidos para o treinamento pela topografia vulnerável a alagamentos e deslizamentos e devido ao histórico recente de chuvas fortes.
Fonte: G1 RJ. - Renata Soares
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
PAM DE ARAUCÁRIA REALIZA ENTREGA DAS PLACAS PARA EMPRESAS QUE POSSUEM CARTA DE ADESÃO
Na manhã de hoje (27/10), aconteceu na sede da empresa Vale Fertilizantes a 10° Reunião deste ano do Plano de Auxílio Mutuo de Araucária. As reuniões acontecem toda última quinta-feira do mês. O calendário dos encontros são tradicionalmente definidos no início letivo de cada ano, onde cada mês uma empresa integrante do PAM NUDEC, fica responsável por sediar a reunião.
Dentre os vários assuntos discutidos, a reunião de hoje foi marcada pela entrega da placa de identificação das empresas atuantes no Plano de Auxílio Mutuo, que deverá ser fixada pelas empresas em um local visível em suas instalações.
Ela simboliza a união da empresas em ações de integração e prevenção à emergências e atuação, quando necessário, à Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Prefeitura de Araucária.
O Sr. Ualisson Dias, Coordenador do PAM NUDEC Araucária salienta que somente estão recebendo as placas, empresas que possuem o Estatuto e Carta de Adesão assinadas e protocoladas na Defesa Civil do Município.
Participação
Para participar do Plano de Auxílio Mútuo de Araucária, as empresas precisam ser convidadas.
Caso aceite o convite, deverá cumprir com o estatuto e assinar a carta de adesão. Nos últimos meses a Defesa Civil de Araucária vem realizado visitas nas empresas que ainda não atuam no PAM. As empresas que já receberam o convite mas ainda não assinaram a carta de adesão, devem procurar a Defesa Civil do Município através do Sr. Nogueira ou Lopes.
Escrito por: Marcos Formaio
Fotos: Marcos Formaio
Entrega de Placas
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Mais R$ 2,5 milhões serão investidos em obras de pavimentação na CIAR

Avenida das Nações receberá investimentos em pavimentação Foto: Codar/Divulgação
No próximo dia 16 de novembro, a Codar realiza a licitação para a contração de empresa de engenharia para a execução de três lotes de obras de pavimentação no Centro Industrial de Araucária (CIAR). Serão investidos até R$ 2,5 milhões para a pavimentação e obras complementares de oito ruas.
Cada lote compreende ruas próximas, localizadas no mesmo bairro, que atendem a diversas empresas daquela região. No bairro Estação, devem ser asfaltadas as ruas Tenente Benedito Nepomuceno, no trecho desde a rua José Butkoski até a rua Gabriel Campanholo, com 348,85 metros de extensão; a travessa Evaristo Druziak, em toda a extensão de 84,82 metros e a rua Pedro Nolasco Pizatto, com 334,45 metros com início à rua Jeromin Durski até o final. O valor máximo para licitação deste lote é de R$ 912.668,02.
No Capela Velha, está previsto um investimento de até R$ 1 milhão para a pavimentação da rua Leopoldo Gawlak, com 348,81 metros de extensão, iniciando na Avenida das Cerejeiras e outros 443 metros de pavimentação na Avenida das Nações (lado direito e esquerdo), desde a Avenida das Cerejeiras até a rua Peroba.
Aparecido Gomes, que é morador da rua Leopoldo Gawlak e funcionário de uma empresa na região, exalta a notícia da pavimentação da sua rua. “Há um grande tráfego de caminhões que levantam muito pó em dias secos e quando chove, a lama toma conta de tudo. O asfalto vai beneficiar a todos, empresas e a comunidade”, afirma Gomes.
No bairro Sabiá, serão asfaltadas três ruas transversais à rua Marcelino Jasinki, que está passando por um processo de total revitalização. O teto máximo para a licitação deste lote é de R$ 608.331,20 para a pavimentação de 582,78 metros de extensão nas ruas Tadeu Milan, Aleixo Wzorek e Lídia Camargo Zampieiri (pista dupla).
Segundo o presidente da Codar, João Geraldo Budziak, além deste trecho, o projeto final para a rua Lidia Camargo Zampieri inclui, futuramente, a abertura da rua com pista dupla numa extensão de 1,3 km, desde o seu início na rua Dr. Eli Volpato até a Marcelino Jasinski. “A abertura e a duplicação da Lidia Zampieri atende a uma antiga solicitação das empresas distribuidoras de combustível, instaladas na região e integrantes do Plano de Auxílio Mútuo e Núcleo de Defesa Civil PAM/NUDEC, tornando-se uma importante rota de fuga naquela localidade”, explica Budziak.
Para Sidney Demgensky, funcionário da FECIAL, indústria e comércio de ferramentas especiais de corte para usinagem, localizada na rua Aleixo Wzorek, a pavimentação vai propiciar conforto aos usuários da via e melhorar a imagem da empresa e do município. “A nossa empresa fornece produtos para importantes indústrias do Brasil e do exterior, por isso recebemos a visita pessoas de vários países. Estar situado em uma rua sem asfalto, acaba afetando a imagem não só da empresa mas também do município”, afirma.
Sinalização
No processo de licitação, além da pavimentação asfáltica em CBUQ, (Concreto Betuminoso Usinado a Quente) são requeridos serviços de meio-fio, drenagem e obras complementares como ciclovia, paisagismo e sinalização viária, o que reflete a preocupação de Fernando de Souza, da empresa Casa da Solda, no bairro Estação. “O asfalto vai nos trazer muitos benefícios, inclusive um aumento na clientela, mas é importante também a sinalização da rua, para que os motoristas respeitem as áreas de estacionamento, a faixa de pedestre e o limite de velocidade", finaliza.
Fonte:http://agoraparana.uol.com.br
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Transportadores querem simplificar os licenciamentos
Empresários de transportes reclamam do excesso de regulamentação que torna mais caro e burocrático o sistema de vários licenciamentos das cargas
A quantidade de diferentes licenciamentos ambientais exigidos por diversos estados e municípios brasileiros é, atualmente, a principal queixa dos transportadores de cargas perigosas. As associações que representam esse segmento defendem que as regras sobre a atividade sejam simplificadas para diminuir os custos e a burocracia.
O presidente do Grupo Argos e vice-presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (Setcesp), Manoel Sousa Lima Jr., é um dos empresários que lamentam a profusão de licenças necessárias para a operação das companhias do setor. “Todos os estados, com a desculpa de controlar o procedimento, tomam dinheiro do transportador, é uma fonte de renda para eles”, reclama.
Lima destaca que estados e municípios podem legislar de maneira complementar à matéria. Ou seja, eles podem solicitar o que já está presente na lei federal e acrescentar algumas exigências. O empresário revela que, devido à complexidade do assunto, há um profissional dedicado apenas a essas questões no Grupo Argos.
Uma das cidades que têm um processo próprio de licenciamento é São Paulo. “Por exemplo, um caminhão que sai de Porto Alegre e vai à Bahia, ao passar por São Paulo tem que ter licença e a prefeitura não está apta a fazer isso de uma maneira rápida”, reclama Lima. Ele ressalta ainda que os gastos com o licenciamento são muitos elevados. O executivo comenta que uma grande empresa paulista, para deslocar seus produtos, chega a ter um ônus de cerca de R$ 400 mil em licenciamentos durantre o ano. Além disso, o empresário lembra que os transportadores precisam de permissões do Ibama, da Polícia Federal e de outros órgãos, conforme o caso. “Agora, imagine se cada município for fazer sua exigência”, adverte o vice-presidente do Setcesp.
Segundo Lima, já há uma legislação que disciplina o setor (o decreto 96044/88), que determina que as multas sejam destinadas a quem tem jurisdição sobre a via. “Então, para que mais normas?”, indaga. O presidente do Grupo Argos também critica as condições precárias das estradas brasileiras e a falta de pontos de paradas para quem transporta produtos perigosos. Lima ressalta ainda os cuidados extras que uma empresa transportadora de cargas perigosas precisa ter. Os motoristas dessas companhias necessitam passar pelo curso de movimentação de produtos perigosos (MOPP) e os caminhões devem conter os equipamentos de proteção individual (EPIs), kit de emergência com cones, cavaletes, lanternas e outros itens.
O presidente da Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos (ABTLP), Paulo de Tarso Martins Gomes, concorda com Lima que o vasto número de regulamentações estaduais e municipais nessa área é um grande empecilho. “A base técnica da legislação é federal, contudo os estados têm feito legislações adicionais que geram uma burocracia e um custo absurdo”, reclama o dirigente.
Gomes defende que o cumprimento de uma única legislação facilitaria o processo de movimentação de produtos perigosos. Ele relata que essa proposta está sendo discutida na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e também dentro do Congresso Nacional para a realização de um projeto de lei que simplifique a atividade. “Mas, será uma grande batalha, porque desmontaria uma fonte de arrecadação”, prevê o presidente do ABTLP. Outra meta dentro do projeto de lei, segundo Gomes, é a implantação de um cadastro para conhecer o número de empresas que atuam nesse segmento no País e as características dessas companhias. A ABTLP conta hoje com 60 empresas associadas.
Conforme Gomes, atualmente cerca de 50% do volume de produtos perigosos transportados pelo País é composto por combustíveis. Enquadram-se nessa categoria substâncias ou artigos encontrados na natureza ou produzidos por qualquer processo que, por suas características físico-químicas, representem risco para a saúde das pessoas, para a segurança pública ou para o meio ambiente, conforme relacionado na Resolução ANTT nº 420/04.
Setor sugere legislação única à ANTT
Foto: http://jcrs.uol.com.br
Silvano propõe que todos os interesses
sejam contemplados em uma negociação
que faça distinção entre os níveis de risco
e que reduza número de intervenções
O debate sobre a regulamentação do transporte de cargas perigosas será intensificado dentro da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). “Vai ocorrer, daqui para frente, uma negociação do segmento de transporte com a ANTT para termos uma legislação nacional única, que possa contemplar todos os interesses”, revela o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs), José Carlos Silvano.
O dirigente admite que são necessários cuidados com o tema ambiental, entretanto o questionamento é sobre a quantidade de legislações e intervenções de diferentes órgãos dessa área. Ele lembra que cada estado possui seu próprio controle ambiental, além das ações praticadas pelo Ibama. “O que mais tem é burocracia nesse campo do meio ambiente, no qual está inserido o transporte de cargas perigosas”, enfatiza o presidente do Setcergs.
Silvano salienta ainda que cargas como detergentes e tintas são consideradas perigosas, porém a legislação permite o transporte de até 200 quilos desses materiais sem necessidade do curso de movimentação de produtos perigosos (MOPP) para o motorista ou de licença. “Porém, é comum no transporte de carga fracionada ultrapassar um pouco esse peso e a exigência passa a ser como se estivesse sendo movimentado algo do polo petroquímico, por causa de poucos quilos”, relata.
Ele argumenta que há um rigor excessivo nesses casos. “Não é possível colocar tudo no mesmo saco, uma quantidade menor de produtos considerados perigosos e um tanque de 25 mil litros de tolueno”, sustenta Silvano. Outro ponto destacado pelo dirigente é que o transporte de tinta lavável, mesmo não sendo perigoso, é controlado por se tratar de um produto químico. “Mas, até a água é química”, contrapõe o presidente do Setcergs.
Silvano acrescenta que os transportadores precisam conhecer as restrições impostas emcada região do País. No Rio Grande do Sul, por exemplo, ele recorda que veículos que levam cargas perigosas não podem trafegar na freeway no horário compreendido entre 22h e 6h. No Estado, as maiores demandas desse serviço, conforme Silvano, são geradas pela refinaria Alberto Pasqualini (Refap) e pela petroquímica Braskem. O Setcergs estima que aproximadamente 9 mil transportadoras gaúchas estão em atividade hoje, sendo que cerca de 5% desse total trabalha com cargas perigosas.
Fonte: http://jcrs.uol.com.br
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Simulado do Plano de Auxílio Mútuo de São José dos Pinhais
Seguindo a programação do 6º Grupamento de Bombeiros para os 99 anos do Corpo de Bombeiros, na manhã de hoje, dia 06 de outubro de 2011, foi realizado na marginal da BR 277 que dá acesso à Renault, o 1º Simulado realizado pelo Plano de Auxílio Mútuo de São José dos Pinhais.
O evento contou com a presença de representantes de diversas instituições e empresas pertencentes ao PAM. Estiveram presentes o Ten.-Cel QOBM Fábio - Comandante do 6º GB, o Ten-Cel. QOPM Berno - Comandante do Batalhão de Polícia Ambiental, a Cap. QOPM Cristina do 17º Batalhão de Polícia Militar e o 1º Ten. QOPM Wurmli - representando o Cel. QOPM Castilho - Coordenador Estadual de Defesa Civil. Estiveram presentes também representantes da Polícia Rodoviária Federal, Guarda-Municipal de São José dos Pinhais, representantes das empresas: Renault, Ecovia, Maemba, Nova Casas Bahia, Caravágio, entre outras.
O simulado consistia na colisão de um acidente na marginal de acesso à Portaria principal da Renault envolvendo uma van com 13 passageiros e dois caminhões (um caminhão freia bruscamente por não conseguir passagem no acesso da rotatória, atrás do caminhão colide a van com os passageiros que é engavetada por outro caminhão que carregava uma carga contendo produtos perigosos).
O simulado demonstrou o atendimento da ecovia, o acionamento dos membros do PAM de São José dos Pinhais, o atendimento das ambulâncias da Renault, a ação de prevenção e eliminação de riscos do Corpo de Bombeiros e o transporte de vítimas através da aeronave da Polícia Rodoviária Federal.
O evento atraiu alguns curiosos e pode-se demonstrar a importância das ações preventivas e a integração das empresas para uma resposta rápida e adequada aos mais diversos acidentes e incidentes que possam ocorrer na região. Bem como, salientar e comemorar os 99 anos da instituição pública de maior credibilidade no país.
Publicado por:
Asp. Of. BM Tamires S. Pereira,
Oficial de Comunicação Social do 6 GB.
Fonte: 6 COREDEC - http://www.defesacivil.pr.gov.br
O evento contou com a presença de representantes de diversas instituições e empresas pertencentes ao PAM. Estiveram presentes o Ten.-Cel QOBM Fábio - Comandante do 6º GB, o Ten-Cel. QOPM Berno - Comandante do Batalhão de Polícia Ambiental, a Cap. QOPM Cristina do 17º Batalhão de Polícia Militar e o 1º Ten. QOPM Wurmli - representando o Cel. QOPM Castilho - Coordenador Estadual de Defesa Civil. Estiveram presentes também representantes da Polícia Rodoviária Federal, Guarda-Municipal de São José dos Pinhais, representantes das empresas: Renault, Ecovia, Maemba, Nova Casas Bahia, Caravágio, entre outras.
O simulado consistia na colisão de um acidente na marginal de acesso à Portaria principal da Renault envolvendo uma van com 13 passageiros e dois caminhões (um caminhão freia bruscamente por não conseguir passagem no acesso da rotatória, atrás do caminhão colide a van com os passageiros que é engavetada por outro caminhão que carregava uma carga contendo produtos perigosos).
O simulado demonstrou o atendimento da ecovia, o acionamento dos membros do PAM de São José dos Pinhais, o atendimento das ambulâncias da Renault, a ação de prevenção e eliminação de riscos do Corpo de Bombeiros e o transporte de vítimas através da aeronave da Polícia Rodoviária Federal.
O evento atraiu alguns curiosos e pode-se demonstrar a importância das ações preventivas e a integração das empresas para uma resposta rápida e adequada aos mais diversos acidentes e incidentes que possam ocorrer na região. Bem como, salientar e comemorar os 99 anos da instituição pública de maior credibilidade no país.
Publicado por:
Asp. Of. BM Tamires S. Pereira,
Oficial de Comunicação Social do 6 GB.
Fonte: 6 COREDEC - http://www.defesacivil.pr.gov.br
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Treinamento ensina alunos de escolas do Rio como agir em caso de enchentes
Fonte: http://g1.globo.com
Os alunos representam moradores da comunidade que receberam treinamento e atuam como agentes de saúde, da Defesa Civil e também assistentes sociais.

Foto: Reprodução site G1
Alunos de escolas públicas do Rio estão passando por um treinamento que ensina como agir durante temporais e enchentes. As orientações podem salvar vidas.
A poucos meses da chegada das chuvas verão, alunos de escolas públicas do Rio estão passando por um treinamento que ensina a salvar vidas.
Thiago se disfarça de idoso, Isabelle ganha uma barriga de grávida e Michael Douglas está pronto para interpretar um ferido.
Os alunos do 5º ano têm várias responsabilidades no simulado. Eles representam moradores da comunidade que receberam treinamento e atuam como agentes de saúde, da Defesa Civil e também assistentes sociais. Eles vão organizar e liderar as saídas dos alunos das turmas do 1º ao 4º ano.
A escola fica na Favela do Borel, Zona Norte do Rio. Uma das mais de 40 comunidades que têm um sistema de alarme quando há risco de deslizamento.
Com calma, os monitores, começam a percorrer as salas.
Casais com crianças de colo têm prioridade, assim como pessoas com necessidades especiais e os mais velhos. Em cada tenda, os agentes comunitários fazem uma chamada.
“Se faltar alguém nós comunicaremos os familiares e se a pessoa não for encontrada , ligaremos para o telefone de emergência”, explica Patrick Lemos, 11 anos.
O barulho é de chuva forte e trovões. A escola é mesmo um ponto de apoio para temporais. E Matheus, leva a sério a interpretação de um deficiente visual em perigo.
“Se a gente continuasse em casa, íamos correr risco de morrer”, diz Matheus Alves da Silva, 10 anos.
“São momentos onde as pessoas entram em pânico e a criança sabendo o que fazer, ajuda a orientar a sua família para que nada saia errado”, explica Lenita Vilela, diretora da escola.
De norte a sul do país as chuvas provocam tragédias. E as prefeituras não precisam de muitos recursos para fazer treinamentos como este.
“Isso não custa nada, basta apenas serem orientados e participar do treinamento”, comenta Márcio Motta, subsecretário de Defesa Civil - RJ.

Foto: Reprodução site G1
Alunos de escolas públicas do Rio estão passando por um treinamento que ensina como agir durante temporais e enchentes. As orientações podem salvar vidas.
A poucos meses da chegada das chuvas verão, alunos de escolas públicas do Rio estão passando por um treinamento que ensina a salvar vidas.
Thiago se disfarça de idoso, Isabelle ganha uma barriga de grávida e Michael Douglas está pronto para interpretar um ferido.
Os alunos do 5º ano têm várias responsabilidades no simulado. Eles representam moradores da comunidade que receberam treinamento e atuam como agentes de saúde, da Defesa Civil e também assistentes sociais. Eles vão organizar e liderar as saídas dos alunos das turmas do 1º ao 4º ano.
A escola fica na Favela do Borel, Zona Norte do Rio. Uma das mais de 40 comunidades que têm um sistema de alarme quando há risco de deslizamento.
Com calma, os monitores, começam a percorrer as salas.
Casais com crianças de colo têm prioridade, assim como pessoas com necessidades especiais e os mais velhos. Em cada tenda, os agentes comunitários fazem uma chamada.
“Se faltar alguém nós comunicaremos os familiares e se a pessoa não for encontrada , ligaremos para o telefone de emergência”, explica Patrick Lemos, 11 anos.
O barulho é de chuva forte e trovões. A escola é mesmo um ponto de apoio para temporais. E Matheus, leva a sério a interpretação de um deficiente visual em perigo.
“Se a gente continuasse em casa, íamos correr risco de morrer”, diz Matheus Alves da Silva, 10 anos.
“São momentos onde as pessoas entram em pânico e a criança sabendo o que fazer, ajuda a orientar a sua família para que nada saia errado”, explica Lenita Vilela, diretora da escola.
De norte a sul do país as chuvas provocam tragédias. E as prefeituras não precisam de muitos recursos para fazer treinamentos como este.
“Isso não custa nada, basta apenas serem orientados e participar do treinamento”, comenta Márcio Motta, subsecretário de Defesa Civil - RJ.
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